terça-feira, 16 de outubro de 2007

[P:11] Conheça os atrativos do menor Estado do Brasil

"Quente ou muito quente". Esta seria uma das primeiras definições para quem pergunta sobre o menor Estado em extensão territorial do País. Sergipe, que tem 22 mil km² e uma população de 2,7 milhões de habitantes, guarda belezas naturais e arquitetônicas como o Canyon do São Francisco, o quinto maior canyon navegável do mundo, e as igrejas seculares dos municípios de São Cristóvão e Laranjeiras. Entretanto, para os passeios noturnos é bom se precaver. Nesta época do ano é possível que o turista se depare com um vento fresco.

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No mês de junho, os sergipanos homenageiam Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro(20) em festas juninas de grande estilo. As cidades se "vestem" de bandeirinhas. Hotéis, casas, estacionamentos de condomínios e as ruas das cidades são decoradas com os enfeites. Balão, e adereços típicos completam a ornamentação. As fogueiras espalhadas pelas ruas também ajudam a esquentar ainda mais o clima. Há quem diga que as cidades mudam de cheiro nesta época do ano - não seria para menos. Há as mais variadas iguarias sendo feitas por todas as partes - tem pé-de-moleque (sem amendoim), beijus, pamonha, carne de sol, suco de mangaba, doce de caju e muito mais.Aracaju, a capital do Estado, tem 505.286 mil habitantes. As ruas, muito limpas, são formadas por quadriláteros perfeitos, como um tabuleiro de xadrez. Será que é coincidência a paixão do povo por esse jogo? Pelas ruas da cidade é possível encontrar mesas desenhadas esperando pelo embate. Outra mania é o dominó. Nos mercados públicos da cidade, os comerciantes dividem, muitas vezes, o tempo entre o jogo e o atendimento ao freguês.A capital sergipana tem atrativos naturais, manguezais beirando largas avenidas e praias mornas. O que chama atenção na Orla da Atalaia é a longa extensão de areia para chegar ao mar. Mas se a caminhada cansar, uma boa opção é atravessar a avenida e pedir delícias do mar, como um caranguejo, siris, robalos ou ainda uma carne de sol. Para matar a sede o ideal é um suco de mangaba. O licor de jenipapo é uma boa pedida também. Barra dos Coqueiros, separada de Aracaju pelo rio Sergipe, oferece passeios de catamarãs e lanchas. Para chegar, o acesso por Aracaju é pela ponte Construtor João Alves.Antes de ir embora, é impossível deixar de comprar uma lembrança do Estado. Os antigos mercados Thales Ferraz e Antônio Franco, em Aracaju, são uma boa opção. Eles foram restaurados e transformados em um complexo que reúne história, cultura, artesanato e comidas típicas.Na banca de seu João Cabral, 67 anos, há opções para os admiradores da Literatura de Cordel. Ele, que é autor de Vida e Morte do Cangaceiro Zé Baiano, entre outros títulos, garante que vive da literatura há 51 anos e sua inspiração é fruto divino.A repórter viajou a convite do governo do Estado de Sergipe.
Terra

http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI1735202-EI176,00.html

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

[P:10] 5º Festival Internacional de Quadrinhos começa nesta terça-feira

A entrada é gratuita durante todos os dias do eventos
Maior evento de quadrinhos da América Latina, o 5º Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ) começa na próxima terça-feira, dia 16, com uma programação abrangente que contempla diversos gêneros das histórias em quadrinhos como mangás, super-heróis, suspense, faroeste, infantil, charges, cartuns, fumetti, além das escolas francesa e argentina. O festival é promovido pela Prefeitura e pela Casa XXI na Serraria Souza Pinto (avenida Assis Chateaubriand, 809) até o dia 21, de terça-feira a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 9h às 19h. A entrada é gratuita.Além de exposições, oficinas, convidados nacionais e internacionais e mesas-redondas, o FIQ terá mostras de filmes, lançamentos, feira de quadrinhos e uma homenagem ao Japão. Aberto à visitação de turmas escolares, o FIQ cumpre um importante papel na conquista de novos leitores e na discussão da utilização dos quadrinhos como importante instrumento educacional. Todos os dias, pela manhã e à tarde, acontecem as oficinas de mangás e tirinhas, além de mostras de animação voltada para as crianças. Invasão nipônica A terra dos mangás e animês contará com uma área especial, com as exposições "Nouvelle Mangá", que reúne 100 trabalhos de artistas japoneses e europeus deste movimento, "Dreamland", que apresenta desenhos, acetatos originais e cartazes de importantes mangás e animês produzidos no Japão, além de mostras individuais do brasileiro Julio Shimamoto e dos japoneses Yoshihiro Tatsumi e Kan Takahama, que estará presente no Festival. O festival também abre suas portas para a inovadora escola argentina de quadrinhos. Além de uma exposição com exemplares e material original da revista "Fierro", importante instrumento de oposição à ditadura do país nos anos 1980, o Festival recebe os quadrinistas Eduardo Risso, Domingo Mandrafina, Juan Sáenz Valiente e Carlos Sampayo. Quadrinistas europeus marcam presença na programação, com o roteirista italiano Giancarlo Berardi, que ministra uma oficina de roteiro, e do premiado artista francês Pascal Rabaté, que participa de uma mesa-redonda sobre adaptações literárias. O belga Benoît Sokal, criador do personagem clássico dos quadrinhos europeus "Inspetor Canard", também estará presente. Além dos estrangeiros, o FIQ traz um grande número de autores brasileiros de destaque nacional e internacional. Cartunistas, chargistas, ilustradores, roteiristas, desenhistas, pesquisadores, professores e editores se reúnem durante os seis dias do festival, debatendo diversos temas importantes para a consolidação e crescimento da arte dos quadrinhos no país e o aumento da sua respeitabilidade artística. Temas como o mercado de quadrinhos, cartuns, educação e quadrinhos, pesquisa, humor, política, ilustrações, entre outros, pautam várias mesas-redondas do evento.O FIQ conta, ainda, com diversas exposições, como "BH, a grande cidade", na qual quadrinistas mineiros criam histórias focadas na capital e seus detalhes; "Todos os sentidos", dedicada a pessoas com deficiência, com painéis com textura em alto relevo; e "Oscar Niemeyer, 100 anos", que homenageia o centenário do mestre da arquitetura com obras de diversos artistas nacionais e internacionais renomados.O festival não poderia deixar de organizar uma grande feira de quadrinhos, com tudo o que é publicado no Brasil, títulos importados, além de raridades e material dedicado aos aficionados. O público ainda poderá conferir gratuitamente revistas nacionais e estrangeiras disponibilizadas pela Gibiteca.

[P:09]Turismo e segurança na Estrada Real

Data de publicação: 05/10/2007
Crédito: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Turismo.

A Secretaria de Estado de Turismo, em parceria com o Sebrae Minas, realiza curso de segurança preventiva orientada ao turismo envolvendo a Polícia Militar de Minas Gerais. Um grupo de 20 policiais militares recebem informações para atender o turista, aprendendo também a retransmitir e sensibilizar os demais policiais da Estrada Real.
Para a secretária de Estado do Turismo, Érica Drumond, o Estado está avançando em uma questão fundamental para o crescimento do turismo em Minas. “Essa capacitação é essencial, porque além dos atrativos, poderemos oferecer ao mercado roteiros turísticos que têm como valor agregado uma polícia treinada e capacitada para prestar atendimento às demandas do turismo. Será um grande diferencial de Minas”, complementa a secretária.
O curso é realizado no período de 01 a 09 de outubro, no Hotel Fazenda Tauá, em Caeté. Até o final do ano, haverá outras oito etapas, que acontecerão em São João del Rei e São Lourenço; depois, Ouro Preto e Conselheiro Lafaiete, Barbacena e Juiz de Fora, Diamantina e Itabira, envolvendo policiais da região. Até o final do ano, serão 220 policiais militares capacitados.


[P:08] Mostra MG de vídeos de turismo e aventura

A Mostra MG de Vídeos de turismo e aventura é uma proposta inovadora de comunicação e pretende apresentar expressões e visões do turismo de Minas no olhar de um público ligado ao movimento do turismo, cultura, meio ambiente, lazer, esporte e aventura.
O evento, proposto para o período de 5 a 7 de dezembro, terá exibição dos vídeos em três dias e encerrará com a premiação dos três primeiros lugares e com a premiação simbólica do melhor vídeo escolhido pelo público.
Podem se inscrever vídeos com produções de até 20 minutos em mídia digital, inéditos ou não, que difundam as melhores práticas de Turismo e atendam aos critérios estabelecidos e disponibilizados no regulamento do evento. Os trabalhos podem ser realizados por produtoras, turistas, aventureiros, comunidades, estudantes ou simplesmente amantes da natureza.
Apostando na idéia de que o ato de “fazer turismo” aliado a tecnologia faz com que o viajante registre todos os momentos, a Mostra centra no que há de mais experimental na modalidade do vídeo digital, motivando as melhores práticas do turismo.

http://www.descubraminas.com.br/noticias/det_noticia.asp?id_noticia=1293

[P:07] Serra do Cipó vai se tornar referência em ecoturismo


Data de Publicação: 1 de outubro de 2007

Paisagens naturais únicas, cultura e história dão força ao destino da região central de Minas Gerais que quer atrair turistas de todo o Brasil e do mundoA Serra do Cipó, região que concentra cachoeiras e cânions, já é bastante conhecida dos mineiros. O local fica a 100 quilômetros de Belo Horizonte e mal consegue dar conta dos visitantes em busca de sossego, aventura e natureza. Agora, a região quer se preparar para atrair e receber bem visitantes de todo o Brasil e de outros países.Segundo estudo lançado pelo Instituto Estrada Real e elaborado pela consultora Megan Epler Wood, 90% dos visitantes vêm da própria região, 8% de outros estados brasileiros e apenas 2% de fora do Brasil.Agora, o estudo de mercado e o diagnóstico que são resultado da consultoria vão nortear os trabalhos em torno da Serra do Cipó nos próximos anos. "Trata-se de um nicho muito delicado, ligado a ecologia e aventura. O mercado é novo, envolve riscos e é ambientalmente sensível", afirma o coordenador do programa Rede de Empresas Turísticas da Estrada Real, Rodrigo de Aguiar.O destino, segundo o estudo, não está preparado para o mercado nacional e, entre os turistas estrangeiros, ainda não é capaz de competir com as praias do Nordeste. Sobra potencial, mas faltam produtos, serviços e infra-estrutura.A visitação média anual com pernoite é de 125 mil pessoas. O Parque Nacional da Serra do Cipó recebeu uma média de 13 mil turistas por ano entre 2001 e 2006. O destino tem 68% do fluxo de turistas concentrados em períodos de férias e feriados.A estratégia apontada é de fortalecer o Parque como principal indutor de organização e desenvolvimento do destino. A idéia é que ele sirva de base para desenvolvimento de produtos tanto para a comunidade local quanto para turistas internacionais. A área protegida também deve ser referência para práticas sustentáveis.Em seguida, pretende-se trabalhar áreas privadas selecionadas para que se tornem uma rede de produtos diferenciados e para que seus proprietários sejam parceiros na preservação dos corredores ecológicos. Depois dessas etapas, serão desenvolvidos produtos em toda a região, para qualificar a oferta.A implementação da Grande Trilha da Serra do Espinhaço pode se transformar em um diferencial na atração dos turistas qualificados. "As longas distâncias ainda são pouco exploradas na região", comenta Rodrigo de Aguiar. Segundo o estudo, existem poucas trilhas grandes nas Américas e as conexões históricas têm forte apelo para o público.Um grande plano de interpretação da região é considerado o fio indutor do desenvolvimento do turismo. "O destino é subutilizado. Ele será preparado para receber um número maior de pessoas com segurança para a natureza e para o turista", afirma Rodrigo.GargalosA Serra do Cipó não tem uma atração claramente destacada, trata-se de um conjunto de atrativos dispersos. Cachoeiras e rios atraem os visitantes, mas devem ser organizados antes de serem alvo de incentivos para aumentar o fluxo. Segundo a consultoria, o diferencial virá da integração das atrações, que reúnem um conjunto singular de paisagens, biodiversidade, cultura e história.Para que o turismo na região seja sustentável ao longo do tempo, o patrimônio natural da região precisa ser mais bem protegido. A precariedade da infra-estrutura básica com rede de saneamento deficiente pode ameaçar o apelo da oferta de água limpa e abundante.Outros problemas de infra-estrutura atrapalham o desenvolvimento da Serra. A precariedade da rede de energia elétrica provoca apagões durante a alta estação e o acesso à internet é limitado.

http://www.rotasonline.com.br/2007/10/1/Pagina1018.htm

[P:06] Patrimônio cultural e a diversidade brasileira

Viajar pelo território brasileiro é descobrir que a mistura racial e cultural de seu povo são o seu maior legado. Desde a chegada dos portugueses no século XVI, imigrantes de diferentes partes do mundo desembarcaram no País, trazendo suas histórias, suas tradições, seus estilos arquitetônicos. Essa diversidade se torna nítida quando analisamos os sítios no Brasil declarados pela Unesco como “Patrimônio da Humanidade”.
A linha do tempo da cultura e da arquitetura brasileira contempla desde os casarões europeus de Olinda, no estado de Pernambuco, ao projeto moderno da capital Brasília. Desperta a atenção dos visitantes a beleza do estilo barroco de cidades históricas de Minas Gerais, como Diamantina, cuja história foi marcada não só pela mineração de ouro, mas pela descoberta de diamantes.
O Brasil Colonial também está nas ruas íngremes de Ouro Preto, Minas Gerais, que ainda conservam as pedras originais. A cidade preserva a arte sacra de dois famosos escultores brasileiros: Ataíde e Aleijadinho. Este último assina também o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, obra-prima barroca composta por 66 estátuas em madeira que representam os passos da Paixão de Cristo, localizada no município mineiro de Congonhas do Campo.
O que dizer do centro histórico de São Luís, capital do Maranhão, que reúne o maior conjunto arquitetônico preservado de origem portuguesa do País? E do Plano Piloto de Brasília que, a cada ano, atrai profissionais do mundo inteiro, ansiosos por conferir o traçado de largas avenidas que valorizam a delicadeza dos canteiros do paisagista Burle Marx? Esse é o Brasil: país que conta com 17 bens inscritos na lista da Unesco de Patrimônio Mundial, por seu excepcional e único valor para a cultura da humanidade.

http://www.braziltour.com/heritage/html/pt/pc_nec_evt_patrimonio.php

[P:05] Livro mostra tudo que você precisa saber sobre cruzeiros marítimos

Os cruzeiros marítimos têm ganhado destaque no turismo em todo mundo, principalmente no Brasil. Saber escolher o tipo de cruzeiro, destino, acomodações e períodos de estadia pode ser um desafio para os debutantes das viagens pelos mares.

O livro Guia de Cruzeiros Marítimos, de Bernardo Porfirio, da Publifolha pode ser uma dica muito útil. Com textos claros e objetivos, o volume auxilia o turista a escolher um cruzeiro, qual o navio mais adequado, destinos e portos, formas de comprar um cruzeiro, a melhor cabine para o seu bolso, serviços e culinária oferecidos, além dicas de segurança e entretenimento.
O título está em pré-venda no site da Publifolha por R$ 39,90. A pré-venda é uma ferramenta que permite que o leitor faça a reserva para compra e receba a encomenda na data do lançamento. A cobrança só é feita quando for enviada a entrega.
O volume é rico em mapas, ilustrações e gráficos. Nele, Porfirio traz um breve histórico da navegação marítima, cronologia do transporte marítimo de 1818 a 2005, e elenca as principais corporações do mundo. O volume apresenta ainda a hierarquia no navio, do capitão ao assistente de comidas e bebidas, além de oferecer informações a respeito de como cuidar do meio ambiente durante a viagem e classificação e ranking dos navios existentes.
O livro mostra ainda que existem cerca de 30 mil tipos de cruzeiros pelo mundo por ano, 2.000 destinos diferentes, embarcações de 60 metros a 345 metros, com capacidade que varia de 50 a 5.000 passageiros. Outra curiosidade do volume é que ele apresenta opções para vários públicos,como solteiros, casais, famílias, gays, lésbicas e simpatizantes.
O autor
Bernardo Porfírio é graduado em arquitetura e possui MBA em hotelaria, turismo e entretenimento. Trabalha a bordo de navios de cruzeiros desde 2004.
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Guia de Cruzeiros MarítimosAutor: Bernardo PorfirioEditora: PublifolhaPáginas: 200Quanto: R$ 39,90Onde comprar: pré-venda no site da Publifolha.Disponibilidade: Lançamento em 22/10/2007


http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u334233.shtml